Inquietos​ ​levam​ ​quatro ​troféus no 4°​ Prêmio José Lutzenberger de Jornalismo Ambiental

Pelo quarto ano consecutivo, UniRitter foi a instituição de ensino com maior participação de alunos inscritos

Nesta terça-feira, 17/10, aconteceu na Casa de Cultura Mário Quintana o 4° Prêmio José Lutzenberger de Jornalismo Ambiental, uma das principais premiações do país com a temática ambiental. Os alunos da UniRitter estiveram presentes em peso na cerimônia e saíram de lá com quatro reportagens premiadas.

Promovida pela ARI (Associação Riograndense de Imprensa), em parceria com a ABES-RS (Associação de Engenharia Sanitária e Ambiental) e a Braskem, a premiação acontece desde 2014 em homenagem a José Antônio Lutzenberger, agrônomo e ambientalista gaúcho.

Na categoria universitária, a UniRitter se destacou, levando quatro prêmios. O 1° lugar foi conquistado por Alberi Neto, Aline Eberhardt e Ariadne Kramer, do sexto semestre, autores do trabalho “Desafios do movimento ambientalista gaúcho”. Eles consideram o empenho, a busca pelas informações e o auxílio do professor da disciplina de Jornalismo Ambiental, Roberto Belmonte, como principais fatores para a construção de um bom trabalho e a conquista do prêmio.

A terceira colocação foi para “Refugiados da nova ponte do Guaíba”, de Ana Carolina Pinheiro e Lucas Arruda e, o quinto, para as alunas Daiana Camilo, Daniela Knevitz e Larissa Zarpelon, autoras da matéria “Jardim Botânico pede socorro”. A UniRitter ainda conquistou uma menção honrosa com o grupo formado por Deise Freitas, Matheus Closs e Ulisses Miranda pelo trabalho “Privada de escolha?”.

Leandro Olegário, coordenador do curso de Jornalismo, celebrou a relevância do reconhecimento pelos jurados. “Tudo isso é possível porque temos a disciplina de Jornalismo Ambiental e o auxílio do professor Roberto Belmonte, que é um grande incentivador da causa”, ressaltou.

Já o professor responsável pela disciplina destacou a dedicação dos alunos em prol do jornalismo como auxílio nas causas ambientais. “Os alunos que ganharam hoje têm algo em comum: eles são acima da média. Sempre vão além do que nós pedimos em aula”, revelou Belmonte. Além dos prêmios conquistados, a UniRitter foi reconhecida pelo quarto ano consecutivo como a instituição de ensino com o maior número de trabalhos inscritos.

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