Aluno de Publicidade e Propaganda fala sobre a experiência no SXSW

Gustavo Marques representou a UniRitter no evento de tecnologia e economia criativa entre os dias 8 e 17 março

TEXTO | Mateus Luz
FOTOS | Mauro Pereira
EDIÇÃO | Liliane Pappen

A convite da UniRitter, o aluno de Publicidade e Propaganda Gustavo Marques esteve em Austin, no Texas, nos Estados Unidos, para cobrir o maior evento tecnológico do mundo, o SXSW. O evento, que conta com 10 dias de duração, é um dos mais importantes no segmento da tecnologia por trazer lançamentos de notáveis companhias como Twitter, Uber e AirBnB, além de ser palco de festivais de cinema e música. O estudante bateu um papo com a INQ e contou o que mais lhe surpreendeu durante a participação no evento. Confira a entrevista na íntegra:

Agência INQ – Qual foi a primeira impressão que você teve quando chegou ao festival?
Gustavo – Estudei e pesquisei muito a respeito do evento, assisti a vídeos e conteúdo de produtores que já estiveram no festival. Tinha uma percepção diferente da que tive quando cheguei, imaginava que era um evento que reunia uma quantidade maior de pessoas, e por assim dizer, achei que necessitaria de uma produção mais cautelosa, mas, fiquei totalmente surpreendido pela quantidade de criações tecnológicas que ali foram apresentadas.

Agência INQ – Como você acha que essa experiência contribuiu para a sua graduação?
Gustavo – Bom, acredito que contribuiu muito para a minha comunicação, especialmente por se tratar de uma experiência totalmente diferente, em um país com uma cultura muito distinta da minha. Foi um desafio e ao mesmo tempo um exercício interpretativo assistir palestras e apresentações em outro idioma, isso sem dúvida alguma também contribuiu para o conhecimento da língua inglesa.

Agência INQ – De que forma você acha que o festival incentiva o empreendedorismo e a economia criativa?
Gustavo – Percebi que o festival leva muito em consideração a diversidade, se mostra presente para tudo e todos. O público é muito curioso, acredito que é essa curiosidade que serve de incentivo e estimula a galera a apresentar os seus projetos.

Agência INQ – Com uma visão mais crítica, como você acha que as inovações apresentadas no festival poderiam contribuir para o meio acadêmico?
Gustavo – A tecnologia já colabora bastante para o meio acadêmico, e nós, como alunos, usufruímos de boa parte dessa tecnologia. O evento recebe inúmeros projetos que tendem a resolver problemas que ainda desconhecemos. A tecnologia oferece produtos de extrema inovação, que nós nunca imaginaríamos que pudessem existir, nós piscamos os olhos e já estão em fabricação.

Agência INQ – Teve algum acontecimento no evento que mudou a sua visão sobre algum ponto?
Gustavo – Eu nunca tive um conhecimento profundo do meio tecnológico, então não consegui ter uma grande mudança de algum ponto de vista. Mas, durante o evento, aconteceram muitas coisas que me fizeram refletir e pensar que nós vivemos em um mundo extraordinário. O ser humano pode fazer coisas que são impensáveis.

Agência INQ – Falando de experiência individual e deixando a graduação de lado, como foi participar de um evento desse porte?
Gustavo – Eu sempre tento relacionar a minha graduação com a minha vida pessoal. Então, acredito que essa experiência contribuiu para ambos os lados.