FACS tem 100% de aproveitamento no Expocom Nacional 2018

Alunos da Faculdade de Comunicação Social da UniRitter venceram nas quatro categorias em que estavam concorrendo

TEXTO | Andrew Fischer e Mariana Oselame

Depois de conquistar quatro prêmios no Expocom Sul 2018 e classificar quatro trabalhos para a etapa nacional da premiação, a Faculdade de Comunicação Social da UniRitter (FACS) conseguiu mais um grande feito no meio acadêmico. Nesse sábado, no encerramento do 41° Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação, em Joinville, os alunos da FACS foram reconhecidos com os prêmios nacionais do Expocom 2018. Jennyfer Siqueira, Luísa Meimes, Débora Mendes, Julius Breyer, Pâmela Bassualdo, Matheus Closs e Robson Hermes voltaram para Porto Alegre com os troféus de melhores trabalhos do país nas categorias em que estavam inscritos.

Time da FACS com os troféus do Expocom 2018

Com o tema de “Desigualdades, gêneros e comunicação”, o Expocom foi parte do Intercom Nacional 2018, que aconteceu entre os dias 2 e 8 de setembro na Universidade da Região de Joinville, em Santa Catarina.

TRABALHOS DA FACS VENCEDORES NO EXPOCOM NACIONAL
JORNALISMO

Jornal-laboratório impresso | Unipautas
Aluno líder: Matheus Pereira Closs
Coautor: Robson Hermes
Orientador: Prof. Francisco Amorim

Revista customizada | Revista Forasteiros: o exercício da empatia no jornalismo 
Aluna líder: Pâmela Bassualdo da Silva
Orientadores: Prof. Mariana Oselame e Prof. Francisco dos Santos

Filme de não ficção, documentário, docudrama | Do outro lado do balcão
Aluna líder: Luísa Meimes
Coautora: Jennyfer Siqueira
Orientador: Prof. Matheus Felipe

RELAÇÕES PÚBLICAS

Projeto de assessoria de comunicação empresarial | VH Audiovisuais: agregando valor à marca
Aluna líder: Débora Gomes Mendes
Coautor: Julius Breyer
Orientador: Prof. Marcelo Tavares

COM A PALAVRA, OS VENCEDORES DO EXPOCOM NACIONAL 2018

Professor Marcelo Tavares, orientador do trabalho VH Audiovisuais: agregando valor à marca:

Os alunos trabalharam com um cliente real em sala de aula, e o produto é resultado de toda a dedicação e comprometimento do grupo. Foi um trabalho que não deixou nada a desejar para aqueles realizados no mercado.

Professor Matheus Felipe, orientador do documentário “Do outro lado do balcão”:

O documentário do Outro Lado do Balcão representa a consolidação da qualidade de entrega do nosso aluno de jornalismo. O trabalho feito em grupo, com sensibilidade, informação e competência ganhou o Brasil. O professor é como um treinador de futebol, treina a equipe e passa os ensinamentos. Nas quatro linhas, os protagonistas são os nossos inquietos.

Luísa Meimes, aluna líder do documentário:

Antes da premiação eu não estava nada confiante, os trabalhos que estavam concorrendo na mesma categoria eram muito bons e a avaliadora era uma professora da USP. Demorou para a ficha cair! Acho que só caiu quando vi todo mundo nos abraçando. A sensação de estar lá, concorrer com trabalhos muito bons e ver as pessoas comemorando e gritando a cada nome anunciado na tela é incrível. Ter se deslocado a outro estado, sem grana, literalmente economizando para o almoço do dia e dividindo com os outros colegas sem nenhuma certeza do que iria acontecer – e no final ver nosso nome anunciado na premiação – com certeza é o reconhecimento de meses de trabalho junto com todos professores. Eu passaria por tudo novamente. Acho que todos alunos deveriam acompanhar esses eventos/congressos pra ver quão bons nossos professores são só por apoiar nossas ideias e estarem lá pra sofrer junto.

Jennyfer Siqueira, coautora do documentário:

O grande prêmio no fim foi o reconhecimento dos profissionais do mercado. É uma troca de experiência, de cultura, e de perspectivas que dentro da sala de aula não é possível se ter. São os professores que nos estimulam a continuar numa profissão que todos dizem que vai acabar. Eles que nos moldam. Isso que é sensacional.

Professor Francisco dos Santos, orientador do Jornal Unipautas:

Repórter não deve escrever pensando em ganhar prêmios, mas quando contamos histórias que precisam ser contadas, sim, o reconhecimento vem por meio de premiações. Com temas duros, como a violência na contemporaneidade e a cultura do falso em nossa sociedade, a coletânea do Unipautas vencedora revela que o bom jornalismo corre nas veias de nossos jovens reporteros.

Matheus Closs, aluno líder do Jornal Unipautas:

Ter o seu trabalho entre os melhores do país já é um reconhecimento fantástico, então, vencer o Expocom é uma afirmação de que o trabalho foi bem feito. Estou muito feliz em representar da melhor forma possível todos os alunos que construíram o jornal.

Professora Mariana Oselame, orientadora da Revista Forasteiros:

A Forasteiros estava concorrendo com trabalhos de muita qualidade, tanto na etapa regional quanto na etapa nacional. Eu não tenho dúvidas de que ela venceu porque tinha um ‘algo a mais’: o coração de cada aluno que se envolveu verdadeiramente com o projeto. Ela é mais do que uma revista, é uma experiência de humanidade e empatia que nossos futuros jornalistas levarão para a vida. Ter possibilitado essa vivência para os alunos é o maior prêmio que nós, professores, podemos conquistar.

Pâmela Bassualdo, aluna líder do trabalho Revista Forasteiros: o exercício da empatia no jornalismo:

O prêmio foi uma prova da capacidade dos alunos de produzir conteúdos de qualidade. Também foi uma grande oportunidade para mim. Esse reconhecimento me dá mais vontade de seguir fazendo a diferença.

Professor Francisco dos Santos, orientador do projeto gráfico da revista:

A ideia para a diagramação da revista era deixar o mínimo de elementos visuais possível para dar maior visibilidade às fotografias. Além disso, foi pensado o grid em 2 colunas com maior margem exterior, bem como a hierarquia textual para dar destaque e facilitar a leitura do texto. É uma vitória de um trabalho em equipe.

Professor Leandro Olegário, coordenador do curso de Jornalismo

A gestão do curso atinge uma meta estabelecida em 2016, quando assumi a coordenação. Esse era um dos nossos sonhos que, agora, é triplamente realizado. Alguém pode me perguntar: Qual a fórmula pra isso? E eu respondo: Preparo, mais conhecimento e mais prática, multiplicado pelo talento de um corpo docente ímpar aplicado aos inquietos que sabem que o jornalismo precisa da vontade de fazer a diferença para a sociedade.

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