Estão abertas as inscrições para o III Prêmio Inquieto de Jornalismo

Trabalhos podem ser inscritos até o dia 31 de outubro pelo Blackboard

Dezembro, um mês marcado por festas e comemorações familiares, será palco de expectativas, reconhecimento e ainda mais celebração. Às 19h do dia 13 de dezembro, no Auditório Master do campus Zona Sul, serão anunciados os vencedores do III Prêmio Inquieto de Jornalismo, criado em 2016 pelo curso de Jornalismo da UniRitter. Com a difícil missão de avaliar dezenas de trabalhos produzidos pelos alunos da Faculdade de Comunicação Social (FACS), a terceira edição do prêmio está com as inscrições abertas até o dia 31 de outubro.

Além das categorias presentes nas duas edições anteriores, em 2018 o Inquieto acrescentou subcategorias de Radiojornalismo e Telejornalismo – Rádio Reportagem, Rádio Programa, Televisão Reportagem e Televisão Programa, contemplando, assim, um maior número de projetos. Outras categorias também fazem parte do concurso de comunicação e acolhem as mais diversas habilidades jornalísticas dos inquietos: Fotojornalismo, Pesquisa em Jornalismo, Reportagem Especial, Jornalismo Digital, Revista, Assessoria de Comunicação, Documentário e Jornalismo Impresso. Outra novidade do prêmio é o “Destaque Profissional”, concurso que irá selecionar e premiar um profissional que defende a comunicação no mercado gaúcho – o corpo docente faz a seleção e os alunos escolhem o homenageado de 2018. Concorrem nesta edição os jornalistas Elói Zorzetto, Daniel Scola e Rosane Marchetti.

Rosane Marchetti, Daniel Scola e Elói Zorzetto concorrem na categoria Destaque Profissional

“O Prêmio Inquieto de Jornalismo é um modelo que vem reconhecendo os trabalhos desenvolvidos pelos alunos em sala de aula com a supervisão docente e vem trazendo a valorização destes trabalhos frente ao mercado, quando o corpo de jurados faz essa avaliação e chancela os melhores trabalhos”, explicou Leandro Olegário, coordenador de Jornalismo e Produção Audiovisual da UniRitter. Entre os jurados do prêmio estão profissionais renomados do mercado gaúcho de comunicação como André Haar, da TV Record, que no ano passado foi o mestre de cerimônias do evento; a jornalista há mais de 20 anos e pós-graduada em  Comunicação com o Mercado, Luciana Moglia; o  gerente regional de Jornalismo do SBT RS, Danilo Teixeira; o vice-presidente da Rede Pampa, Paulo Sérgio Pinto; o editor de Fotografia e repórter fotográfico do Correio do Povo, Ricardo Giusti.

Em 2017, cerca de oitenta alunos de Jornalismo receberam o Prêmio Inquieto, que reconhece primeiro, segundo e terceiro lugar. Vencedora na categoria Jornal Impresso com a reportagem “Um estupro a cada 11 minutos”, Andreza Silveira Ferraz avaliou que mais do que levantar o troféu da vitória, os universitários precisam se aprofundar no tema escolhido. “Aprendi muito sobre abuso sexual, um assunto muito delicado. Comentei com alguns colegas que de nada vale ganhar prêmios no final do ano, se não conseguirmos adquirir aprendizado sobre a pauta, e principalmente com as fontes. Para mim, isso é o mais importante”, disse a aluna.

Andreza, que no ano passado foi protagonista de uma comemoração em família que emocionou a todos, estimula outros inquietos a participarem do concurso em 2018: “Este ano temos mais uma oportunidade de nos inscrevermos para viver um momento tão bom academicamente.”

Visibilidade no mercado e conteúdo para o portfólio estão entre os benefícios de participar do Prêmio Inquieto. O aluno pode concorrer e vencer em mais de uma categoria com trabalhos distintos, assim como Évilin Matos, que ficou em primeiro lugar na categoria “Jornalismo Digital” com a reportagem “Ativismo Alimentar: Um Debate Além da Mesa” e na segunda posição em “Revista” com a matéria “Do Outro Lado das Grades”, escrita com alunas Camila Emil e Gisele Barbosa.

“Ganhar um prêmio, um reconhecimento, é uma afirmação que estou indo pelo caminho certo. Além disso, é aumentar a voz de pessoas e temas caros para mim. Acho bem importante as universidades estimularem premiações para valorizar os trabalhos internos e os alunos. Em relação ao mercado, há também um olhar a mais por parte do empregador que vê que o estudante se empenhou e teve responsabilidade já na graduação”, contou Évilin, que em 2016 também levou dois troféus para casa.

A cada ano aumenta o número de trabalhos inscritos no prêmio, o que mostra que os inquietos estão cada vez mais engajados em participar da premiação e mostrar seus projetos em diferentes campos do Jornalismo. Desta forma, o universitário que sai da UniRitter com um Prêmio Inquieto sabe que o empenho, o esforço e a entrega à profissão dão, sim, resultados positivos.

III Prêmio Inquieto de Jornalismo
INSCRIÇÕES: Até o dia 31/10, pelo Blackboard
REGULAMENTO: Leia aqui
LISTA DOS FINALISTAS: Será publicada em novembro no site da FACS
ENTREGA DOS PRÊMIOS: 13 de dezembro, às 19h, no Auditório Master do campus Zona Sul 

Saiba como foram as edições 2016 e 2017