Alunos da UniRitter entregam marmitas solidárias em Canoas

Refeições foram entregues nos bairros Guajuviras e Mathias Velho por estudantes de Gastronomia

TEXTO | Vinícius Brum
FOTOS | Carlos Henrique Barcellos
EDIÇÃO | Liliane Pappen

O campus da UniRitter em Canoas foi palco do trote solidário na terça-feira (26/03), reunindo alunos do curso de Gastronomia, com o intuito de entregar marmitas a entidades carentes na cidade. Ao todo, foram entregues 250 marmitas, divididas entre o Centro de Referência Social (CRAS) do bairro Guajuviras e o Albergue Municipal, no bairro Mathias Velho.

Além da entrega das refeições, calouros e veteranos do curso de Gastronomia escreveram mensagens de afeto em cada uma das 250 marmitas. A responsável pelo núcleo de Extensão e Responsabilidade Social da UniRitter, Siomara Monteiro, trata a ação como um compromisso, não apenas dos alunos, mas de toda a sociedade. “Se cada um contribuir, conseguiremos melhor significativamente a realidade que nos cerca, porque o alimento acolhe, é um gesto de carinho dos alunos, e nós não podemos entregar os alimentos sem uma mensagem, ela é o toque de tempero adicional”, comenta a professora.

O CRAS foi a primeira entidade a receber as refeições. Na oportunidade, 150 marmitas foram entregues pelos alunos às pessoas atendidas pela instituição. Uma fila com dezenas de pessoas, incluindo muitas mães e seus filhos, se formou para aguardar o início da ação promovida pela UniRitter. O cardápio preparado pelos estudantes incluiu uma refeição completa: arroz, feijão e carne com aipim, uma sobremesa e suco, tudo com um pitada de tempero especial, a dedicação e o carinho dos graduandos de Gastronomia.

No bairro Mathias Velho, o Albergue Municipal foi a segunda instituição contemplada pela ação da marmita solidária. Acolhendo cerca de 40 pessoas em situação de rua, instituição recebeu 100 marmitas. O coordenador do curso de Gastronomia, Moisés Basso, ressaltou a importância do ato e da ideia de realizar a ação em outros campi. “Quem sabe nos próximos semestres a gente possa contemplar outros campi e outras entidades. Nesse primeiro momento escolhemos essas instituições por sabermos das necessidades que enfrentam. Precisamos ofertar à comunidade uma contrapartida, e a UniRitter está sempre atenta ao seu papel na sociedade”, pontuou.

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